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MAMOPLASTIA DE AUMENTO (SILICONE)

Muitas mulheres estão insatisfeitas com o tamanho das mamas ou reclamam terem perdido volume na região após a gravidez. Com a mamoplastia de aumento, as mamas pequenas (hipomastias) ou que apresentem um tamanho menor do que o desejado pela paciente, dentro de limites estéticos, podem ser aumentadas. A colocação de prótese de silicone nos seios também está indicada nos casos de assimetrias mamárias congênitas em que uma das mamas é muito pequena, uniformizando mamas assimétricas.

As mamas terão o seu volume aumentado, através da cirurgia, melhorando a sua consistência e forma. As próteses de silicone podem ser escolhidas dentre vários tamanhos porém é importante que se mantenha as proporções entre o volume da nova mama e o tamanho do tórax de cada paciente, a fim de se obter uma maior harmonia estética. Nos casos em que houver excesso de flacidez associada faz-se um levantamento das mamas (mastopexia) junto com a mamoplastia de aumento, levando a uma maior firmeza no aumento.

Principais dúvidas:

Indicação:

Aumento das mamas, correção da perda de volume dos seios, assimetria mamária ou mamas tuberosas.

 

Anestesia utilizada:

Anestesia geral, peridural ou local, dependendo do caso.

Onde se localizam as cicatrizes?

Alguns cirurgiões situam as cicatrizes da mamoplastia de aumento no sulco mamário, areolar ou axilar (dependendo de cada caso). Desde os primeiros dias do pós-operatório, poderá ser usado um “decote bastante generoso”, pois, as cicatrizes ficam bastante disfarçadas. Com o decorrer do tempo, as cicatrizes vão ficando menos visíveis.

Tempo de cirurgia:

Em média, de 90 a 120 minutos. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de centro cirúrgico, pois esta envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória. O seu médico poderá lhe informar quanto ao tempo total.

Tempo de internação:

De 12 a 24 horas (depende do tipo de anestesia)

Tempo de recuperação:

O paciente pode retomar as suas atividades cotidianas em uma semana após a mamoplastia de aumento. Os exercícios físicos relativos aos membros inferiores poderão ser retomados entre 10 a 15 dias, evitando-se o “alto impacto”. As atividades físicas que envolvam o tórax geralmente só serão liberadas após 30 a 45 dias.

Resultado final:

Apesar do resultado imediato ser muito bom, somente após cerca de três meses é que as mamas atingirão a sua forma definitiva.

Como ficam as cicatrizes:

Felizmente, esta cirurgia nos permite colocar as cicatrizes bastante disfarçadas, o que é muito conveniente nos primeiros meses. Entenda melhor a evolução cicatricial:

A – PERÍODO IMEDIATO: Vai até o 30º dia e apresenta-se com aspecto pouco visível. Alguns casos apresentam uma discreta reação aos pontos ou ao curativo.

B – PERÍODO MEDIATO: Vai do 30º dia até o 12º mês. Neste período, há o espessamento natural da cicatriz, bem como se inicia uma mudança de cor, da mesma, passando para mais escuro (do vermelho para o marrom) que vai, aos poucos, clareando. Este período, o menos favorável da evolução cicatricial é o que mais preocupa as pacientes. Como não podemos apressar o processo natural da cicatrização, recomendamos às pacientes que não se preocupem, pois, o período tardio se encarregará de diminuir os vestígios cicatriciais.

C – PERÍODO TARDIO: Vai do 12º ao 18º mês. Neste período, a cicatriz começa a tornar-se mais clara e menos consistente, atingindo, assim, o seu aspecto definitivo. Qualquer avaliação do resultado definitivo da cirurgia, no tocante à cicatriz, deverá ser feita após este período.

 

RECOMENDAÇÕES PRÉ-OPERATÓRIAS:

– Comunicar-se conosco até a véspera da operação, em caso de gripe, indisposição ou antecipação do período menstrual;
– Internar-se no hospital ou clínica indicada na guia de internação, obedecendo ao horário estabelecido;
– Evitar bebidas alcoólicas ou refeições muito fartas na véspera da cirurgia;
– Evitar todo e qualquer medicamento para emagrecer, que eventualmente esteja utilizando, por um período de 10 dias antes do ato cirúrgico. Isto inclui também certos diuréticos;
– Programe suas atividades sociais, domésticas, profissionais ou escolares, de modo a não se tornar indispensável a terceiros, por um período de aproximadamente 4 dias.

 

RECOMENDAÇÕES PÓS- OPERATÓRIAS:

– Evitar esforços nos 8 primeiros dias;
– Não movimentar os braços em excesso. Obedeça às instruções que lhe serão dadas no momento da alta hospitalar, relativas à movimentação dos membros superiores ou massagens;
– Evite molhar o curativo, até que seja autorizada a fazê-lo;
– Não se exponha ao sol até 2ª ordem;
– Obedecer à prescrição médica;
– Faça uma alimentação normal (salvo em casos específicos que receberão a devida orientação), a partir do segundo dia, principalmente à base de proteínas (carnes, leite, ovo) e vitaminas (frutas);
– Voltar ao consultório para curativos subsequentes nos dias e horários estipulados;
– Provavelmente você estará se sentindo tão bem, a ponto de esquecer-se de que foi operada recentemente. Cuidado! Esta euforia poderá levá-la a um esforço inoportuno, o que determinará certos transtornos;
– Não se preocupe com as formas intermediárias nas diversas fases. Tire com seu cirurgião plástico, e somente com ele, as suas eventuais dúvidas.

Ouvi dizer que algumas pacientes ficam com cicatrizes muito visíveis. É verdade?

Certas pacientes apresentam tendência à cicatrização hipertrófica ou ao quelóide após a colocação das próteses de silicone nos seios. Essa tendência, entretanto, poderá ser avaliada, até certo ponto, durante a consulta inicial, quando lhe são feitas uma série de perguntas sobre sua vida clínica pregressa, bem como a análise das características familiares, que muito nos ajudam quanto ao prognóstico das cicatrizes. Geralmente, pessoas de pele clara não tendem a esta complicação cicatricial. Já as pessoas de pele morena têm maior predisposição ao quelóide ou à cicatriz hipertrófica. Isto, entretanto, não é uma regra absoluta. A análise dos antecedentes, como já o dissemos, nos facilitará o prognóstico cicatricial, assim como a análise de eventuais cicatrizes prévias.

Existe correção para as cicatrizes hipertróficas e quelóides?

Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar cicatrizes antiestéticas, na época adequada. Não se deve confundir, entretanto, com a evolução natural do período mediato da cicatrização. Qualquer dúvida a respeito da sua evolução cicatricial deverá ser esclarecida com o seu cirurgião, que fará a avaliação do estado em que se encontra a cicatriz.

Como ficarão minhas novas mamas, em relação ao tamanho e consistência?

As mamas terão seu volume aumentado com o implante de próteses de silicone, melhorando sua consistência e forma. O tamanho será decidido pela paciente e pelo cirurgião levando em consideração vários fatores discutidos na consulta inicial. A mama, assim que operada, passará por vários períodos evolutivos:

A – PERÍODO IMEDIATO: Vai até o 30º dia. Neste Período, apesar das mamas se apresentarem com aspecto bastante melhorado, sua forma e volume ainda estão aquém do resultado planejado. Lembre-se de que nenhuma mama será “perfeita” no pós-operatório imediato.

B – PERÍODO MEDIATO: Vai do 30º dia até o 3º mês – Neste período, a mama começa a apresentar uma evolução que tende à forma definitiva. São características deste período: um maior ou menor grau de “inchaço” das mamas. Além disso, o aspecto cicatricial encontra-se em plena fase de transição. Apesar da euforia da maioria das pacientes, já neste período, costumamos dizer às mesmas que seu resultado ficará melhor ainda, pois, esta será a característica do período tardio.

C – PERÍODO TARDIO: Vai do 3º até o 18º mês. É o período em que a mama atinge seu aspecto definitivo (cicatriz, forma, consistência, volume, sensibilidade, etc.). É neste período que costumamos fotografar os casos operados, a fim de compará-los com o aspecto pré-operatório de cada paciente. No resultado final, terá grande importância o grau de elasticidade da pele das mamas, bem como o volume da prótese utilizada.

 

No caso de nova gravidez, o resultado permanecerá ou ficará prejudicado?

O resultado da mamoplastia de aumento poderá ser preservado, desde que você controle seu aumento de peso na nova gestação. As mamas sofrerão as mudanças da gravidez independente da presença das próteses que são retro-glandulares.

O pós-operatório desta cirurgia é doloroso?

Geralmente não. O pós-operatório da cirurgia de implante de próteses de silicone nos seios é bastante confortável, desde que você obedeça às instruções médicas, principalmente no que diz respeito à movimentação dos braços nos primeiros dias. Eventualmente, poderá ocorrer dor, que pode ser facilmente controlada com os analgésicos receitados pelo seu médico. Evite a automedicação. Normalmente as próteses subglandulares doem menos do que as submusculares.

Há perigo nesta operação?

Raramente, a cirurgia plástica de aumento mamário determina sérias complicações. Isto se deve ao fato de se preparar convenientemente cada paciente, além de ponderarmos sobre a conveniência ou não da utilização das próteses de silicone, assim como sobre as suas eventuais complicações.

 

São utilizados curativos?

Sim. São usados curativos elásticos e modelantes após a mamoplastia de aumento, especialmente adaptados a cada tipo de mama e sutiã apropriado.

Quando são retirados os pontos?

Geralmente, são utilizados pontos que são retirados entre 10 e 15 dias.

Quando poderei tomar banho completo?

Dependendo do caso, até no dia seguinte à cirurgia. Tudo irá depender da evolução da sua cirurgia, assim como o tipo de curativos, observando-se apenas os cuidados especiais que serão explicados pelo seu médico.

Qual a evolução pós-operatória?

Você não deve se esquecer de que, até que se atinja o resultado almejado, as mamas passarão por diversas fases após a mamoplastia de aumento. Se lhe ocorrer a preocupação no sentido de “desejar atingir o resultado definitivo antes do previsto”, não faça disto motivo de sofrimento: tenha a devida paciência, pois seu organismo se encarregará espontaneamente de dissipar todos os transtornos imediatos que, infalivelmente chamarão a atenção de alguma pessoa que não se furtará à observação: “será que isto vai desaparecer mesmo?” É evidente que toda e qualquer preocupação de sua parte deverá ser transmitida ao seu médico, que lhe dará os esclarecimentos necessários para sua tranquilidade.

Tipos de próteses (formatos):

As próteses possuem formato redondo, cônicos, anatômicos, nuance ou enhance (a escolha depende de cada caso e será discutida durante a consulta).

Texturizada ou poliuretano?

A ser discutido durante a consulta. Depende de cada caso. Normalmente as de poliuretano são utilizadas nos pós bariátricos por ter maior aderência; além de provocar menor grau de contratura capsular.

 

Volume:

Esse é um dos principais pontos da primeira consulta. Normalmente as pacientes ja chegam no consultório com o determinado volume pre estabelecido porem deve ser discutido com o dr Bernardo Ramalho, e chegar ao consenso (juntos). O volume é apenas umas das medidas, deve-se ser respeitada a projeção da prótese, base da mama (largura), altura e peso da paciente, entre outros.

 

Projeção:

Existem próteses de projeção baixa, moderada, alta e superalta. Será discutido durante a consulta médica. Normalmente o dr Bernardo Ramalho opta por projeções alta ou super alta.

 

Plano de colocação:

As próteses podem ser colocadas subglandular (atrás da glândula mamária), subfacial (atrás da glândula mamária e da fáscia do músculo peitoral) ou submuscular (atrás do músculo peitoral). A decisão será tomada durante a consulta médica.

 

Fabricantes:

Existem diversos fabricantes no mercado com autorização da Anvisa e FDA (órgão americano de controle).

 

A prótese de silicone pode levar ao Câncer?

NÃO! Essa dúvida foi bastante debatida no passado, inclusive levando a paralisação das cirurgias de prótese de mama; até que as pesquisas foram finalizadas e foi comprovado que não tem relação com o câncer.

 

Precisarei trocar minhas prótese quando?

Os fabricantes preconizam a troca dos implantes de 10 em 10 anos; porém atualmente o paciente necessita de nova cirurgia principalmente quando há ruptura do implante (raro) ou contratura capsular. A maioria dos fabricantes dão garantias quanto a ruptura e contratura fornecendo nova próteses gratuitamente. Porém possivelmente quem possui próteses mamarias necessitará de nova intervenção cirúrgica no futuro.

 

O que vem a ser o endurecimento das mamas (contratura capsular)?

É uma retração exagerada da cápsula fibrosa normal (que se forma em torno da prótese), que determina certo grau de endurecimento à região, quando palpada, após a mamoplastia de aumento. Alguns casos estão sujeitos a tal retração; entretanto, se isto ocorrer, as próteses poderão e deverão ser retiradas através das mesmas cicatrizes. Posteriormente, ambos, cirurgião e paciente, poderão ponderar sobre a conveniência ou não da reintrodução de outras próteses, através de um diferente plano de introdução ou conduta que melhor se adapte ao caso. A retração da cápsula nunca reflete imperícia do cirurgião, mas sim, um comportamento reacional atípico do organismo das pacientes, devido à presença das próteses de silicone. Nem todos os graus de contratura capsular necessitam de cirurgia.

Não cabe ao cirurgião qualquer responsabilidade em gastos futuros com reintervenções que porventura sejam necessárias, decorrentes de retrações capsulares, endurecimento das mamas ou rupturas tardias das próteses (raro). Atualmente, o número de retrações de cápsula diminuiu bastante, devido ao advento de inovações técnicas introduzidas na cirurgia plástica.

 

Infecção da prótese:

Infelizmente pode ocorrer com algumas pacientes, apesar de ser muito raro, o que chamamos de infecção da prótese mamária. Se isso ocorrer, deverá ser retirada a prótese e tratada a infecção. Nova intervenção cirúrgica (para recolocação das próteses) só poderá ser realizada após 3- 6 meses do tratamento completo da infecção.

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Cirurgião Plástico - Rio de Janeiro - Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), órgão máximo que dita os meios pelos quais o médico é considerado apto a exercer a cirurgia plástica no Brasil. 

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